quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Provarei de ti





Provarei de ti

Provarei aos poucos
Gota por gota, poro por poro
Átomo por átomo, orvalho por orvalho
Provarei de ti
E deixarei fluir, deixarei seguir
Tudo o que há aqui
Ha milenios guardado e o fluir
O fluir de meu corpo
Seguira o seu rosto
Para onde o verde aponta
Para onde a aurora desponta
Onde sera nossa casa semi-pronta
Provarei de ti
Nao sei o que sera de mim
Mas não terei mais nada a pedir
Talvez um suco, talvez um fruto
Talvez um pouco do mato, do escuro
Provarei de ti
Nesse dia provarei de mim.

2 comentários:

Santosha Harih Om disse...

"Nesse dia provarei de mim"...Ah! o amar...Ficamos assim, numa linha tenue enre duas dimensões.levitando e deixando fluir o que nos conecta ao divino.
Parabéns pela profundidade e leveza

Anônimo disse...

Minha amada, eu corro como vento
nao carrego desgraças, só o documento
não viro as paginas, apenas relembro
no porta-jóias te prata guarda tambem o meu desejo
de ver-te feliz vencendo todos os medos.
Me fiz do barro, me fiz da lama e das tramas
de mandalas coloridas que lançastes com teu olhar
Me fiz de luz, de agua, de terra e fogo
de todos os elementos que plantastes em meu estomago
E se hoje tenho garras e tenho asas
é porque me ensinastes a seguir e a voar
E se as asas batem fortes revolvendo o ar
é que agora sei que esse não é o meu lugar
Meu lugar é seu olhar
Mas também é navegar
meu lugar seja quem sabe nunca voltar
Minha amada, eu corro como o vento
e corro com cavalos e lobos atrás dos tempos
Cavalos ao meu lado galopam satisfeitos
e eu veloz como eles já não vejo precipícios
vejo apenas seu sorriso que ficou para trás
mas adiante vejo novos e brilhantes sorrisos
e é essa sina que sigo, essa sina que persigo
descobrir novos mundos depois de seu sorriso.
Ya no me gusta · Responder · 1 · Hace un minuto aproximadamente

Mabel E Vivanco me mostrar que você era fogo e água da terra, porque eu sou indígena, porque minha pele é enrolado você na lama e dali partiram do arco-íris, eu te dei de volta suas asas de suas espinhas miseráveis em sua pele, penas arrancadas para as mulheres tolas que deixaram marcas, que não deixou nada que poderia salvá-lo. Você me ama, eu digo, e eu sei, eu sempre nunca amar esquecer que eu era o seu sangue em um momento em que você desangrabas de tristeza e abandono, foi o seu néctar nas noites solitárias, e bebidas de sua seiva, quando ninguém me viu crescer, Eu nunca vou esquecer .. e ainda vai mastigando sonhos, poemas e fazer duos comigo, porque ela não pode viver. Só as mulheres com menos ou mais de seu corpo, deixando apenas cum sem porquês? ,. Seu espírito outras almas, outras vidas, outros paraísos, que continuam a florescer até eu decidir quando deixar você, e dar-lhe vida, quando, porque eu dei-lhe asas, fogo terra e água saiu.