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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Modeselektor











Os alemães do Modeselektor estao no top 20 da DJMag, publicação especializada em musica eletronica e de vanguarda,  trafegam entre o tecno, o eletro, o experimental e o dance.
Então temos esses bpms, ora nervosos, ora guturais, veja o clip aaixo.

Modeselektor -Rusty nails

Mais sobre o Modeselektor

Abraços

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Diário de Bordo: Data Estelar 18 12 3014








Diário de Bordo: Data Estelar 18 12 3014
(Trecho do livro "A Batalha das Feras e dos Pálidos Infantes)

    Essa viagem constante na velocidade da luz, tem cansado a todos, na nossa passagem por Alfa Centauro, nos deparamos com diversas chuvas de meteoritos, alguns meteoritos atingiram nossa nave e atravessaram as 5 camadas de proteção, após uma análise geral do estado de nossa nave, Hal 9 nos informou que não temos condições de prosseguir.
     Sr. Sumu que permanentemente discorda de Hal 9, afirma o contrário, então passados os ânimos exaltados e as eternas discordancias, chamei nossa oficial médica, sra. Zumi e pedi sua ajuda para nossos oficiais e o restante da tripulação. Todos estão muito tristes, principalmente por ter que voltar ao planeta azul-acinzentado.
   Por sorte, nosso dispositivo de teletransporte não foi avariado, então, nosso plano, é deslocar nossa nave através do espaço-tempo de volta ao pequeno planeta azul-acinzentado, consertarmos as avarias e seguirmos em frente.
    Comuniquei nossa decisão primeiramente a nossa nave mãe, estacionada em Andromeda e a nossa outra nave irmã estacionada em Cassiopéia. Sr Turi o general de toda a esquadra insiste em um resgate, mas eu insisto o contrário, já que nossa missão até o pequeno planeta azul foi um fracasso. Chamei os oficiais ao convés principal e vamos comunicar a nossa decisão. Não vai ser fácil, mas não há muito o que fazer.
     Percebo que aos poucos, nosso retorno para Andromeda e nosso pequeno planeta sempre sofre algum revés, sinto falta de minha amada e de nossa constante comunicação em permamente silencio, acho que os habitantes do planeta azul-acinzentado  chamariam a isso de telepatia, em sua ansia de dar nome a tudo e classificar para que tudo não fuja de seu entendimento, eu diria que nossa eterna e silenciosa comunicação seria muito da paz e do amor que nos envolve.
Bom, o animador é que nosso navegador não terá muito trabalho, pois só precisamos informar Hal 9 para que oriente e comande a nave de um ponto de partida a um ponto de chegada para que o teletransporte seja realizado na velocidade da luz.
     No planeta azul, vamos procurar a montanha mais alta, talvez em alguma cordilheira na parte asiática do planeta, talvez estando no topo desse mundo, tenhamos condições de trabalhar, sem sermos fustigados ou agredidos, pois essa é uma característica de seus habitantes, agredir a tudo ao redor, principalmente oque é estranho, novo ou desconhecido. Ou quem sabe possamos escolher o oceano mais profundo, acho que não teremos problemas com os seres abissais, sua aparencia talvez seja assustadora, mas eles são a nosso ver autenticos e são o que são, sem falsas imagens, sem falsas camadas.
     Do planeta azul, guardo entre nossas amostras:  um sorriso terno, a imagem de um pássaro fazendo seu ninho, várias maritacas barulhentas em revoada, um cipreste imponente ao luar, uma pessoa dando abraços gratuitamente em uma estação de trem, e a terna imagem de pessoas se despedindo e se reencontrando em um aeroporto.
      Mas as amostras de cenas tristes e tragédias, são em um número bem maior, em um volume incalculável, então utilizando dos novos núcleos de processadores conseguimos compactar tambem todos os dados, mas não sabemos como vamos estudar esses dados, pois acreditamos não possuir tecnologia suficiente para desvendar e entender como esses seres se matam e matam seus filhos, seus pais e vão dormir tranquilos depois. Como esses seres sentem prazer em causar dor, em mentir, em enganar e viver em paz com tudo isso. Talvez o mais triste de tudo, seja que esses seres consigam viver imersos em tantos preconceitos, preconceitos até com outros seres que co-dividem seu planeta e servem de alimentos e de cobaias em seus infindáveis experimentos.
     Nossa esperança é que nossa comunicação com esses seres, todos os que são subjugados pela raça dominante do planeta nos ajudem a arrumar nossa nave e voltar, pois sei que com eles a comunicação será a mesma de Andromeda, será a comunicação que não precisa de palavras ou gestos, apenas da companhia pacífica e da mansidão do olhar.

Continuamos com a missâo...


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Diário de Bordo: Data Estelar 28/12/07








Diário de Bordo: Data Estelar 28/12/07
(Trecho do Livro: "A Batalha das Feras e dos Pálidos Infantes")


     As temperaturas estão variando cada vez mais nesse pequeno planeta azul-acinzentado, sim estão variando... Há dias, cara nave-mãe que quase morremos de frio, há dias que quase morremos de calor....Uns falam que são efeitos do buraco na camada-de-ozônio, outros falam que é o final dos tempos, outros, que é culpa de todos os habitantes essa situação, e eu acho que no final,é tudo isso mesmo.
    Os habitantes aqui reservam-se datas para comemorar datas especiais, sim cara nave-mãe isso é verdade, por mais confuso que pareça ser, mas há que se ter essas datas, pois nos intervalos entre essas mesmas datas, eles passam o tempo se destruindo, se degladiando e se matando por pequenas coisas, por pedaços de terras, por conflito de idéias, por conta de intrigas e invejas e pelo que acham correto que colide frontamente com a opinião de outros que acham que, o que os primeiro acham correto está totalmente errado.
     Além da total falta de comunicação e incompreensão de quando falam a mesma língua, eles tem mais de 100 linguas diferentes , então talvez esteja ai, um dos problemas de sua total falta de comunicação ou talvez nâo pois mesmo quando falam a mesma língua a incompreensâo é total, mais um ponto para Hal 9 analisar.
     Falando em celebração de datas, esse é o mes do natal, nessa data se comemora a vinda de um salvador, um mártir, que no fim  acabou  nâo salvando ninguém e ainda foi executado, mas a celebração é a da fé nesse salvador, fé nos princípios e nas lições deixadas por esse salvador, então ficamos aqui confusos, onde foi parar esse salvador? esses dados serão levados a nosso computador de bordo....para tentarmos entender também...
     Nesse mesmo natal, morreram muitas pessoas nas estradas, muitas pessoas foram presas, os comerciantes comemoraram suas vendas polpudas, os pequeninos da espécie, muitos foram executados, outros são executados lentamente no dia-a-dia, pela fome, pela ausencia de amparo, mas mesmo assim ainda arrumam tempo para fazerem alguns malabarismos nos faróis.
     Fizemos vôos rasantes com nossa nave de exploração, visitamos festas por aqui, onde havia a celebração de uma falsa alegria, visitamos palanques de politicos onde a celebração era a hipocrisia e também visitamos olhares esperançosos, de amantes, de crianças, de trabalhadores, de mães dedicadas e constatamos que seu olhar era esse mesmo, de esperança, de alegria e isso pelo que analisamos os move a frente sempre a frente.
     Vimos as novas tecnologias desse planeta e como eles são fascinados por isso, mas cara nave-mãe, oque fazer-se com tanta tecnologia, se eles não possuem a tecnologia básica de convivencia em grupo e de  zelar e protege esse mesmo grupo e um ao outro?
     Talvez com o "polinomio de benares" em nosso super-computador de bordo, consigamos dar a luz a tantas questões, mas minha conclusão básica, é que por mais material que coletemos, nossos cientistas de bordo e de nosso planeta, nunca chegarão a algum lugar...Enfim...
     Pedi ao sr. Sumu e ao sr. Rocharsk para acertarem nossa rota, para rotas circulares sempre fazendo um cruzamento de latitudes  e longitudes, de forma que varramos os pontos principais desse planeta e pelo menos suas formas geográficas sejam bem mais claras para nós...
Sigamos em frente então....

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Diário de Bordo - Data Estelar 12/07/2007





( Trecho do livro "A Batalha das Feras e dos Pálidos Infantes)



     Nosso navegador, Sr. Sumu, tem colocado todos os esforços para uma correção de rota, cálculos e mais cálculos que não estão nos levando a nada no momento, é frustrante. Atravessamos sim, uma chuva de meteoritos, algumas nebulosas, mas desviar dos grandes meteoros é que foi nosso grande problema (nenhuma avaria felizmente) ...

     Temos problemas com a equipe também e talvez nossa maior missão seja voltar para a casa após observar esse planeta tão absurdamente perdido em egos, olhares vazios e dissimulados e guerras em todos os níveis.
     Bom, as vezes nos perdemos com o objetivo de nossa missão e fazemos o que estamos fazendo agora, alteramos algoritmos, revemos cálculos, revemos objetivos, revemos anseios, revemos nosso coração, revemos a missâo.
     Colhemos material, sim, colhemos muito material, dias atrás em uma dessas coletas nos deparamos com o vôo das borboletas, e chegamos a conclusão que era impossivel estabelecer um destino para o vôo desses seres, já que eles não pretendiam chegar a lugar algum e pareciam estar felizes assim.   Após uma reunião intensa, com toda a tripulação da nave (cerca de 50 tripulantes), saímos com a mesma questão da reunião, como sair pelos ares, pelo espaço-tempo  sem objetivo algum e parando a cada cor ou flor que encontrar pelo caminho? Estamos enviando essa questão para nossa nave-mãe, pois Hal 9 (nosso hiper-computador de bordo da série Omega 131) ficou confuso também com a questâo...
     Vimos travestis em atos sexuais em plena luz do dia, ou seria plena luz artificial do inicio da noite? Nos perguntamos o porque do nosso choque, o amor não seria livre? Mas o ato sexual em um lugar público seria amor?  E o que na verdade é o amor?
   Pesquisamos alguns ditos "mestres" desse planeta e alimentamos Hal 9  e chegamos a conclusão que o que vimos não era amor, pois após muitos cálculos e divagações com as metáforas, aforismos, eufemismos e varios outros ismos Hal 9 nos divulgou um relatório de 3 linhas, dizendo que "amor é algo atemporal, compassivo, tolerante e que não exige nada em troca". Só não conseguimos entender a questão da atemporalidade ainda, pois um dos sábios do planeta em seus textos e apontamentos nos falou da relatividade e da curva do tempo e também da teoria das cordas, então, o tempo sempre existe sob a ótica do observador? E do objeto observado?  Então o tempo  é atemporal, então o que fazer com o tempo? E com o tempo que temos? E com o tempo que não temos?
Bom, voltemos a Hal 9...
     Seguimos com a missão, dessa vez pretendemos coletar "gestos", que já falamos tanto, mas nunca nos atentamos detalhadamente...
Continuamos com a missão, as vezes abatidos, por andar um pouco em circulos com nossa nave, as vezes mais animados com as respostas de Hal 9, mas a nossa energia vital, talvez nem Hal 9 tenha, é essa energia de renovar-se a cada dia e nunca voltar atrás no nosso vôo, em nossa caminhada...
Continuamos com a missâo...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Diário de Bordo - data estelar - xyz brsp 01/02/07





Diário de Bordo - data estelar - 

(Trecho do livro "A Batalha das Feras e dos Pálidos Infantes")


    Sobrevoamos alguns mares, e percebí que olharmos os mares do alto de nossa espaçonave é o mesmo que viajarmos pelo hiper-espaço é a mesma sensação de vastidão, de infinito...
     Tentamos contato com habitantes em terras gélidas, pinguins-imperadores, a comunicação foi fácil, entendemos sua necessidade de acasalamento, as responsabilidades de um pai, de uma mãe...tentamos contato com outros seres desse planeta, os homens, ai a dificuldade foi tremenda, pois além da fonética ininteligível, eles falam por gestos, por olhares esquivos e as vezes dizem exatamente o contrário do que realmente gostariam de dizer.....Transcrevemos todos os diálogos para o nosso computador de bordo, que não está acostumado com essa lógica, que na verdade não tem lógica nenhuma, na verdade beira surreal.
     Base, tenho saudades de minha amada, com seus afazeres em nosso planeta gelado, ainda bem que me situo na parte mais acolhedora e aquecida do planeta. Esse "ainda bem", tenho que revisar de imediato, pois torço para que ela retorne para o lado "aquecido" do planeta em minha volta para casa.
      Nosso navegador, fez algumas correções de rota, então zigue-zaguearemos mais algumas centenas de anos por aqui. Ontem, em uma de nossas missões locais, verificamos a importancia das trocas no planeta, o que eles chamam de moeda, é vital para a sobrevivência, vital eu diria porque quase todos matam e morrem por essa coisa chamada "moeda".
     Recolhí algumas "moedas" e tenho-as no bolso agora, recolhí tambem uma forma expressiva de arte, a música,  verifiquei que todos, independente da espécie neste planeta, tem a música em sua alma, ela parte das formas mais rudimentares, como gritos de acasalamento, passando pelos requintes de seu exponencial maior, a música erudita.
     Sobrevoamos campos de centeio (uma bela visão), sobrevoamos cascatas, sentimos a variação dos ventos e pretendemos fazer incursões em alto mar. De imediato, como comandante enfrentei também algumas insubordinações, mas nada sério, considerando o tempo que estamos ausentes de casa e a pressão que somos submetidos.
Base, essas são as pequenas, ou melhor, a falta de novidades de hoje, nossos planos são fazer mais incursões terrestres hoje, entender melhor o gestual contraditório humano, entender as discrepancias dos seres e de alguns agrupamentos dos mesmos humanos, em alguns países em especial.
     Finalizo, lembrando mais uma vez a saudades de minha amada, que talvez esteja perdida próximo a algum porto de Alexandria, Azimuth, Aldebaran ou Alexânia...

Continuamos com a missão...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Diário de Bordo : Data Estelar 30/01/07






Trecho do livro: "A Batalha das Feras e dos Pálidos Infantes"




Diário de bordo: Data Estelar 30/01/07

     A missão nesse planeta continua a ser de observação e aprendizado, aprendemos a falar todas as linguas, menos a língua dos homens. Esse detalhe, penso que, como comandante da missão seria importante resolvermos o mais breve possível e não se preocupem, já estamos trabalhando nisso...
     Percebemos que há uma certa angústia no ar, que todos correm para cá e para lá incessantemente e ficam inquietos e insatisfeitos quando chegam a algum lugar, querendo chegar a um novo lugar, isso causou confusão em nossas avaliações.
     Recolhemos amostras de árvores, olhares, gestos, sorrisos, peles, cheiros, temperaturas, ou seja, a nave segue abarrotada de volta para casa. Esforçamo-nos (eu particularmente como comandante e também meu imediato) a aprender a fazer poemas concretos (uma linguagem falada por poucos por aqui), mas o máximo que aprendemos, foi a confecção de versos que remetem a um tal período de uma coisa chamada literatura romântica, confeçção de versos românticos, que na verdade como diz nosso cientista de bordo, não chegam a ser românticos, chegam a ser um exercício de algo que não definimos ainda, chamado ora solidão, ora paixão...ou seja, algo relativo e desconexo, algo em constante mutação.
     Andamos pelas ruas, travestidos de humanos, o ar é péssimo, o humor é péssimo, a cor do céu é de uma coisa que ora lembra o azul, ora lembra algo mais para o cinza, ora não lembra nada, mas, esse mesmo céu as vezes toma proporções maravilhosas, quando percebemos habitantes alados que deslizam suavemente por suas camadas de ar (a missão ficou confusa também sobre esse ponto), uns diziam que esses habitantes são chamados de aves, outro por não serem nunca percebidos pelos olhares humanos que são anjos. Concordei, com nosso cientista de bordo, como só foram detectados por nossos aparelhos de espectros, eram anjos sim, de uma beleza incrivel, ora louros dos cabelos mais dourados, ora negros de uma beleza indescritivel, interessante que não conseguimos definir as fronteiras entre seu interior e exterior, ou seja, sua geometria e formas são inexplicáveis.
     Provamos algo, chamado sorvete, nosso cientista, detectou que esse tal de "sorvete", causa inexplicáveis prazeres a todos, mas devido a distancias de suas geografias, distancias tambem sociais (eles tem esse grande problema), muitos nem conhecem o sabor de tal sorvete.
     Verificamos muitos lugares, espaços limitados, espaços comprimidos e ultra-otimizados (nesse ponto já não diria que foram otimizados, mas na verdade estragados) onde os habitantes se comprimem e se agridem constantemente, esses lugares são bolsões chamados "cidades", mas ai percebi algo extremamente interessante tambem,  os mesmos habitantes que moram em lugares, de vegetação mais extensa, com rios, campos e menos habitantes, sofrem um pouco menos desse mal, mas tem o mesmo mal, estamos levando amostras dessas cidades.
Como eles não tem o minimo de planejamento, isso aliando-se ao seu extremo egoísmo, acaba ocorrendo uma luta muito intensa e de forma desigual por todos pela sobrevivencia.
     Como são muitos os habitantes, como são muitas as cidades, eles tem tambem formas maiores de se agrupar, que são chamadas paises e continentes. Há um continente em especial cuja tradução achamos até poética (com a licença de nossa Base de Comando), "Asia", cujo significado é "terra onde o sol nasce" e "Europa" (deram até esse nome para uma deusa): "terra onde o sol morre".
     Há males de todos os tipos, pragas, doenças, mortes, esgotos a céu aberto, tratados que são feitos para não serem cumpridos, ha agrupamentos maiores (países) dominando agrupamentos menores, há alguns nomes que estamos procurando identificar ainda, como infanticídio, pedofilia, matança descontrolada de outros habitantes, uns com nome até engraçados como: tamanduás, jaguatiricas, leões-marinhos.....mas após tabularmos tudo, percebemos que a maior dor desses habitantes é a solidão.
    Nosso cientista, Sr. Sumu tentou de todas as formas tabular, dissecar, definir o que é esse sentimento de solidão, eu como comandante, só tenho a dizer que não consegui "experenciar", mas a ví estampada em todos os rostos, a ví traduzida em músicas, em quadros, em poemas, e por todos os lugares que passei...Junto as várias amostras que recolhemos, estamos enviando uma lágrima, alguns sorrisos que captamos no ar, um pequeno vaso com uma pequena planta muito bonita e peculiar chamada avenca, recolhemos tambem um pouco de orgulho e de dor (o tal do orgulho estava abundante por todo o lugar) e o objeto mais valioso que recolhemos até o momento, foi quando conseguimos captar, um momento precioso desses habitantes, quando uma mãe que acabou de dar a luz dá o primeiro abraço em seu filho...
..Continuamos com a missão...